E chegamos na terceira parte da trajetória “Minha Vida Gamer” aqui na Locadora. Para quem ainda não leu as Parte 1 e Parte 2 e está por fora, essas matérias contam minha jornada nos videogames até os dias atuais. Agora na Parte 3 vou contar sobre a “época de ouro” dos videogames e onde ganhei o meu console predileto até os dias de hoje. Então vamos lá! Tem muita história legal nessa 3º parte.

Grande Dia!                                                                                                    

Era 1992/1993 os anos que a “Guerra Dos Consoles” se seguiam, com Nintendo e Sega disputando o mercado ferozmente com seus jogos e consoles. A Sega saiu na frente lançando seu Mega Drive em 1989 e acompanhado do estrondoso sucesso Sonic. A Nintendo que já tinha se despedido do Nintedinho lançou no final 1991 seu Super Nintendo em resposta a Sega, com isso a disputa fazia a alegria de todos os gamers naqueles anos. Bom, como eu me encaixo nisso? Lá estava euzinho com 11 anos e ainda desfrutando alguns joguinhos de Master System (quer saber a história do meu primeiro console? Clique aqui!) e indo no boteco perto de casa, para ver os gamers se digladiando com Street Fighter 2, o jogo sensação do momento entre 11 de cada 10 gamers.

Meu aniversário estava se aproximando (como sempre!) e lá estava meus pais sempre me olhando jogar videogames. Eles perceberam que meu gosto por videogames crescia. Até que um dia meu pai resolveu me levar em um vendedor do Paraguai (muambeiro!). Nem sabia se iria ganhar um presente, ele simplesmente disse para acompanha-lo  Esse muambeiro morava na Conselheiro Nébias (uma Avenida famosa em Santos-SP) e lá fomos de carro, que era um Scort azul piscina que amava. Vou ser bem sincero, não consigo me lembrar nada do trajeto de ida e somente da volta (que vou contar já já!). Ah sim, como ele descobriu esse vendedor? No famoso jornal “Primeira Mão” =) Que era um jornal de anúncios de lojas, carros e toda bugiganga que você possa imaginar e inclusive videogames (tempos sem internet!).

                         

Bom, chegando no prédio do vendedor subimos as escadas e ele nos recebeu em frente a porta do seu apartamento. Entrei na sala dele até que alguns segundos depois olhei para o sofá e LÁ ESTAVA ELE.. Sim o melhor videogame de todos os tempos (chora seguistas!) o SUPER NINTENDO. Meus olhos brilharam, fiquei sem fala, coração bateu forte, senti uma sensação que até hoje me lembro: euforia + alegria + surpresa x 10.000. Ele tava todo bonitinho com a caixa em cima do sofá e era o Super Set que vinha com Mario World e dois controles (ainda consigo me lembrar o cheiro da caixa nova!). E nessa hora meu pai disse:

” – Quer de presente Ivo?

Nem me lembro se falei algo, mas meu olhar deveria estar escrito “SIM SIM SIM SIM!!” com toda felicidade do mundo e meu pai deve ter sentido/visto também. E aproveito e abro um trecho a parte, antes de continuar a história. Acho que mais que um presente, um abraço, um elogio o que realmente faz um pai e mãe felizes é o brilho de felicidade no olhar dos filhos… “o brilho da felicidade“. Mas voltando, quando já tava pegando a caixa do Super Nintendo, o vendedor chegou e me disse:

” – Olha!!! Você poder escolher entre esses dois jogos para levar!

E quais eram esses dois jogos? Um era Mario World que vinha com o Snes, mas e o OUTRO? Nada menos que “STREET FIGHTER 2“. Sim, estou falando sério! Imagina você que sempre ficou naquele boteco vendo todo mundo jogar Street Fighter 2, com aqueles gráficos maravilhosos, Hadoukens, Shoryukens e cia e ter a oportunidade de jogar ele no conforto da sua casa?! Eu amava e amo Mario, mas depois de exatamente 2 segundos (que todo mundo vai dizer que foi muito tempo para pensar!) eu escolhi levar SF2. Meus olhos estavam brilhando por ganhar um Super Nintendo, imagina em levar um Super Nintendo com SF2?! Sem dúvida essa é um das lembranças mais felizes da minha vida gamer.

Meu pai pagou o vendedor e lá estava euzinho saindo do prédio com a caixa entre meus braços. Eu acho que fiquei tão anesteziado com tudo aquilo, que até hoje não consigo me lembrar nada do momento que saí do apartamento do vendedor até o carro do meu pai. É como tivesse entrado em uma outra dimensão e voltado a vida só quando sentei no banco de trás do carro do meu pai. E nesse momento que sentei no banco de trás do carro é que ficou registrada com uma das lembranças mais fortes que tenho da minha infância, foi ali que eu abracei meu Super Nintendo como fosse a coisa mais importante da minha vida e no olhar agradeci meu pai. Foi um momento mágico, inesplicavél, sensação alegre, feliz, realização de um sonho… “o momento de um garoto de 10 anos“.

Ficava olhando aquela caixa do Super Nintendo nos meus braços com vários anúncios de jogos espetaculares na parte de trás, praticamente hipnotizado.
Gostaria muito que meu pai tivesse vivo para perguntar qual era a minha cara naquela dia, mas com certeza absoluta ele iria responder:

” – Felicidade! Total felicidade!

Então, fui abraçado com meu Super Nintendo até minha casa. Chegando nela meu pai tirou o console da caixa para ligar na TV e aquele cheiro de coisa nova tomou o ambiente e causava uma sensação maravilhosa em todos e especialmente em mim. Meu pai, minha mãe e até meu irmão estavam reunidos ali para ver o Super Nintendo funcionando. Meu pai instalou ele na TV depois de algumas dificuldade técnicas, mas no final ele colocou o cartucho no Super Nintendo e lá estava o simbolo da CAPCOM e a tela de SF2 absurdamente linda em nossa TV e prontos para jogarmos.


” … o momento de um garoto de 10 anos.

Eu era o único que tinha Snes, afinal comprei ele praticamente um ano e meio depois do lançamento. E nem preciso falar que enquanto jogava o Snes com SF2 em casa, os meus amigos viviam em botecos lotados de pessoas tentando jogar SF2, pelo menos uma vez. Mas depois de um tempo contei para eles que tinha ganhado um Super Nintendo e minha casa virou um “boteco” de amigos para joga-lo. Eu adorava tanto aquele jogo que passei muito tempo sem alugar nada, jogava ele todos os dias e inclusive durante a semana. Eu vinha do colégio, almoçava e ia direto para o quartinho da minha mãe passar a tarde jogando SF2, tanto que fechei com todos os personagens e inclusive no último nível. Alias, em uma conversa de ponto de ônibus entre dois garotos, ouvi eles dizendo que se fechasse no último nível sem “continues” você iria ver o final especial do jogo… e lá fui euz tentar terminar (sem ao mesmo pensar que era mentira!) sem continues e no nível 7. Eu consegui, mas somente com um esquema de apelação com a Chun-li, que praticamente deixava todos os personagens sem reação, mas quando fechei… realmente tinha um final especial e com a foto de todos os personagens juntos, isso foi um prêmio na época e acredito que para qualquer gamer que conseguiu também.

Primeiro Evento de Snes e Descobertas                                                     

No ano seguinte em 1993 ocorreu algo inédito na minha ex-cidade e talvez no Brasil. No Clube Atlético em Santos-Sp teve o primeiro evento de videogames que tive notícia chamado – TECTRON. Era um evento com várias lojas, fliperamas, videogames para jogar, venda de produtos, brincadeiras e cia. O destaque principal do evento era o lançamento de Star Fox de Super Nintendo, nos estandes a divulgação do jogo com Chip FX estava em destaque em todas as prateleiras. Quando vi esse jogo rodando em um Super Nitendo o meu queixo caiu! Fiquei maravilhado em ver aqueles gráficos e sonhei demais em ter esse jogo e nunca tive (Era muito caro! Só vim ter agora!). Nessa feira também joguei Game Boy pela primeira vez com Tetris e também Batman Returns de Snes em uma TV gigante, que nem sabia que exisita, também joguei um pouco de SF2 de Snes e bastante fliperama. Foi um dia muito divertido, me lembro que fui junto com meu amigo André e olha que tinhamos só 11 e 12 anos hahahaha XD

” … No ano seguinte em 1993 ocorreu algo inédito na minha ex-cidade…

Primeira Fase do Snes                                                                                  

Depois desse evento comecei a alugar jogos de Snes nas locadoras (depois de ter fechado tanto SF2!). Alias caso você queira saber mais sobre essas locadoras, você pode visitar as matéria aqui das “Queridas Locadoras” que conto um pouco sobre elas e as minhas locações. Mas voltando, depois de ter visto Star Fox na TECTRON, resolvi tentar alugar esse jogo na locadora e por muito tempo foi difícil conseguir. Nesse meio tempo aluguei vários outros jogos e comecei ver e entender a qualidade do Snes e meu entusiamo com ele crescia cada vez mais. Nessa época também gostava muito de levar meu Snes na casa de amigos, para jogarmos juntos, inclusive alguns jogos em “coop”  que jogavamos até fecharmos. Aluguei muito coisa mesmo, praticamente todo final de semana alugava algo. Nesse ínicio de esses foram os principais jogos que aluguei:

  • Top Gear
  • Tartarguas Ninjas – Turtles In Time (meu irmão que alugou!)
  • Final Fight 1 e 2
  • Rushing Beat 3
  • Goof Troop
  • Alladin
  • Contra 3
  • Sunset Riders
  • Tiny Toon
  • Mickey – Magical Quest
  • Joe e Mac
  • Fatal Fury
  • ClayFighter
  • Road Runner’s Death Valley Rally
  • Super Soccer Champ
  • Strike Soccer
  • Rival Turf
  • Chester Cheetah: Too Cool to Fool
  • Prince Of Persia
  • Captain America and the Avengers
  • Super Star Wars: Return of the Jedi
  • World Heroes
  • Star Fox
  • Rival Turf
  • R-Type 3
  • Power Atlethic
  • Rock Roll Racing
  • Goof Troop
  • Joe e Mac
  • Hook
  • Batman Returns
  • Battletoads in Battlemaniacs
  • Super Double Dragon
  • Super Star Wars: The Empire Strikes Back


Segunda Fase do Snes                                                                              

Aqui foi onde comprei meus dois primeiros e únicos jogos de Snes. O primeiro jogo que comprei (sem ser SF2 que veio com o console!) foi Mortal Kombat 1. Na verdade queria comprar o Star Fox e fui até uma loja chamada DB Brinquedos, mas infelizemente ali não tinha e com isso a melhor jogo que consegui escolher foi Mortal Kombat. MK era outra sensação naquela época, com seus fatalities e sangue em todas as revistas de games. Então peguei ele e fui para casa jogar e joguei MUITO. Adorava jogar ele com meus amigos, me lembro que um dos grandes momentos foi conseguir lutar contra o “Reptile” embaixo da “The Pit“. Para lutar contra ele era necessário vencer todos os 4 primeiros lutadores e sem tomar danos e por último arremessar o adversário na fase “The Pit”, assim aparecia o ninja secreto verde chamado “Reptile”. Sabe, eu era um garoto fascinado por segredos em jogos e sempre ficava imaginando se por trás deles e existia alguma fase secreta, personagem secreto, final especial etc… e em MK com toda aqueles ar de mistério não era diferente, sempre ficaquei reparando em detalhes para tentar descobrir algum segredo.

                     

O segundo game que comprei… adivinha qual foi? Mortal Kombat 2 claro! Não tinha como não ficar na expectativa do MK2, lendo todos comentários e aparecendo nas revistas de games, mas na compra MK2 tenho uma história curiosa. Comprar cartuchos de Snes era algo carissímo para época e meus pais começaram a sentir alguns efeitos financeiros (falta de dinheiro!) devido a vários fatores familiares e com isso a possibilidade de comprar MK2 original ficou muito difícil. Nós olhavamos os jornais todos os dias, tentando achar MK2 por um preço razoável e não conseguiamos. Até que um dia encontramos MK2 sendo anunciado por um preço muito abaixo do normal, claro que sabiamos que era pirata, mas não me importava… o que queria mesmo era jogar. Eu e minha mãe fomos durante semana e de tarde em uma loja chamada “Ligue Games” que fez o anúncio do MK2 por esse preço mais barato. Chegando lá minha mãe deu o dinheiro ao vendedor e recebi o cartucho e na hora claramente percebi que ele era pirata por causa do formato, mas como disse anteriormente: – QUE CRIANÇA SE IMPORTAVA COM ISSO NA ÉPOCA?!
Voltamos para casa e coloquei o cartucho no Snes e comecei a jogar e pouco tempo depois notei que tinha algo errado/diferente… eu tinha comprado nada menos que um versão BETA de MK2, ela tinha praticamente tudo da versão original, mas com algumas alterações “malucas”. Os fatalities aconteciam no meio da luta… isso mesmo?! Se você fizesse o comando de fatality corretamente no meio da luta, você matava seu adversário. Porém isso não acabava a luta instantaneamente e fazia você ser vencedor, na verdade o que acontecia era que adversário que tomava o fatality e não lutava mais, com isso tinha que esperar o tempo acabar para ser o vencedor (veja no vídeo abaixo!). Isso se você tivesse tomado menos dano que o adversário, caso contrário o adversário ganhava mesmo morto pelo fatality hahahaha XD Outras maluquices do jogo eram: não aceitava nenhum código secreto de MK, o “Baraka” ficava voando na tela, os chefões ficavam no nível HardCore, independente se colocasse Easy” no options (vencer o Kintaro e Shao Khan era difícil pakas!) e era possível dar fatality nos chefões, que não acontecia na versão original (mas com o mesmo efeito que citei acima!). Apesar de o jogo ser todo maluco, me diverti muito com ele e talvez até mais se tivesse comprado a versão normal hahahaha XD
Que nunca quis dar um Fatality durante a luta?

” … e pouco tempo depois notei que tinha algo errado/diferente…

Esse foram os únicos jogos de Snes que comprei naquela época, mas isso não impediu de jogar muitos outros e ainda mais  como vou contar na terceira fase abaixo.

Terceira Fase do Snes                                                                                   

Aqui começa a fase de ouro das locadoras e onde conheci meus amigos de jogatina até hoje: André, Alexandre, Christian e o Wagner. Como comentei em outros posts, essa época acabei conhecendo eles e com isso indo a Locadora Virtua Games (você pode ler sobre essa locadora aqui!) e conseguindo jogos emprestados. Bom, como não tinha como comprar jogos as locações e jogos emprestados invadiram minha casa. Essa também essa época foi o auge de lançamento de jogos de Snes, como: Donkey Kong 1, Yoshi Island, Final Fantasy 6, Mario RPG, Super Star Soccer 1 e 2, Super Street Fighter 2 e cia. Também tive a oportunidade de pegar vários jogos emprestados com o Wagner (ele tinha Super Nintendo!) e minha alegria com Snes não tinha fim, ele me emprestou jogos como:

  • Fatal Fury Special
  • Wild Guns
  • Metal Warrior
  • Super Star Soccer
  •  Phalanx
  • Aero Fighters
  • Art Of Fighting
  • Nosferatu
  • Undercover Cops
  • Megaman 7 (Amo esse jogo!)
  • Super Street Fighter
  • YuYu Hakusho  Tokubetsu Hen
  • Parodius

E muitos outros.

Foi sem dúvida a época que mais joguei Snes e até mais que no começo. O que mais adorava era poder jogar e compartilhar a jogatina com os amigos, afinal eles estavam jogando as mesma coisas e assim ficavamos horas conversando sobre isso (algo simples que não acontece mais!). Essa época o destaque ficou com Donkey Kong Country na casa do Alexandre e André e International Super Star Soccer que viviamos jogando também. Também foi aqui que fechei meu primeiro RPG na vida o Super Mario RPG, tudo bem que não entendia quase nada de inglês, mas mesmo assim joguei e fechei ele com muito orgulho.

Quarta Fase e última do Snes                                                                       

Aqui fica um arrepedimento meu! Foi praticamente no lançamento de Donkey Kong Country 2 (No lançamento de DK2?! Você é louco Ivo!) que resolvi trocar de console e vender meu Snes e comprar um 3DO.  Sim, aquela inocência/ansiedade/PoucaCabeça me faziam querer desfrutar o que tinha de melhor no mercado de games e isso fez comprar um console de CD que era justamente o 3DO (você pode conferir minha história sobre o 3DO aqui!). Para minha lição de vida, vi um console de cartucho e final de vida ser melhor que o de CD, no caso o Snes em cima do 3DO. Mesmo no final da sua vida ele tinha jogos absurdamente legais e ainda muita coisa desconhecida que nunca tinha jogado.  Infelizmente não joguei Snes nessa época em casa, mas mantive a jogatina viva dele na casa dos meus amigos e olhando aqueles jogos maravilhosos de Snes.

” … Foi praticamente no lançamento de Donkey Kong 2 que resolvi trocar de console e vender meu Snes …

A despedida do Snes que nunca aconteceu                                              

Bom, o tempo passou lá estava jogando o Snes (em emuladores principalmente!) em meio aos consoles novos que surgiram praticamente durante esses 20 anos. Na verdade só fui realmente entender o valor histórico, na minha vida, nos tipos de jogos que amo anos depois. Para ser mais exato percebi/entendi o porque adoro COMPLEMENTE jogar  Snes de uns 6 anos para cá. Jogar ele não é só pelo fator nostalgia como muitos acham… existe uma simplicidade nos jogos, diversão, o fator tempo de jogatina (acho que o tempo desses jogos são perfeitos para quem não tem tempo de ficar 200 horas jogando um game!), as descobertas, as histórias, biblioteca infinita de jogos deconhecidos e muitas outras coisas.

Apesar de estar antenado nos consoles atuais, ainda acho que além todos esses fatores que citei acima (do Snes!) a maioria dos jogos atuais falta um “toque especial” e isso me frusta muito às vezes, mas por outro lado venho percebendo que essa essência que os jogos de Snes e outros consoles antigos possuiam está ficando mais evidente, tanto nos jogadores e produtoras atuais, que cada vez mais estão tentando traze-los de volta… sendo histórias, games, remakes ou até lançamentos para esses consoles antigos. E assim que cada vez vejo gamers voltando a jogar Snes e seus jogos, não pelo fator modinha e ser famosinho (que nem quero comentar!), mas sim pelo prazer simplesmente de jogar esses jogos e sentir o que não tem na maioria dos jogos atuais.

Poucas pessoas saibem a importância e felicidade em ter meus momentos sossegados em estar jogando Snes no meu cantinho. Não me importo com os gráficos, jogabilidade que muitos dizem estar ultrapassados, de me chamarem de velho, de saudosista, de querer lembrar uma época que já passou… jogar Snes para mim são momentos/agradavéis que envolvem o prazer de jogar algo que me deixou/deixa/deixará/ contente sempre. E fico muito feliz quando descubro pessoas que sentem isso por ele (E outros consoles também) também e conseguem entender como ele faz parte das nossas vidas.  E mesmo aqueles que não sentem isso por ele ou por qualquer outro videogame, torço para que encontrem isso em qualquer outra atividade… porque são momentos como esse que fazem você se sentir único. Saudações para eterno Snes!!!

E aqui finalizo mais um parte da minha história gamer e espero que tenham gostado.

Um grande abraço para vocês. Ivo.

Outras Histórias Minhas                                                                               

  • Eu já fiquei com tanta raiva jogando Street Fighter 2 e tentando fechar no nível 7 que soquei tanto o controle que quebrei ele.
  • Eu já coloquei durex no cartucho do MK 1 para ver se dava algum “TILT” e aparecia algo secreto no jogo.
  • Eu já tirei um cartucho ligado no Snes ligado e coloquei outro para ver se acontecia algo.
  • Eu guardava os fios, controles e jogos do Snes em uma caixa de sapato.
  • Eu fechei DK em um dia porque peguei um cartucho pirata sem bateria.
  • Aluguei Goof Troop (Pateta) achando que uma jogo de Golf.
  • Já aluguei um jogo com manual na locadora e não devolvi o manual.
  • Eu tinha um cardeninho que anotava dicas de jogos e os que fechei.
  • Jogava Snes em uma TV de 14 polegadas.
  • Joguei Snes em uma TV de 8 Polegadas.
  • Eu participei de 2 campeonatos de Snes – International Super Star Soccer 1 e 2 e cheguei na quartas de final.
  • Joguei Final Fantasy 6 sem saber nada de inglês.
  • Aluguei jogos pela capa e nem sabia que se tratava o jogo.
  • Conheci um amigo no colégio (que é meu amigo até hoje) porque descobri que ele tinha o Game Genie.
  • Juntava 5 amigos para alugar todos os jogos em na minha ficha e devolver quase 1 semana depois os jogos na promoção da locadora.
  • Minha mãe já esbarrou na tomada e desligou o Snes quando eu estava prestes a fechar um jogo.
  • Deixei o Snes ligado em Contra 3 o dia todo para fazer pontos e ganhar vidas na primeira fase para tentar terminar ele.
  • Joguei International Super Star Soccer Deluxe com Multi-Pad com 4 jogadores.
  • Ainda compro jogos de Snes.
  • Ganhei um Snes da minha esposa.
  • Ainda sou Nintendista e luto contra a Sega e seu Mega Drive (p.s no boa e velha rivalidade!).
  • Ainda tento convencer pessoas a jogar Snes.
  • Eu queria trabalhar na Playtronic na época.
  • Alugava os mesmos jogos repetidamente.
  • Já terminei mais de 50 jogos de Snes.
  • Jogos Snes com filtros de qualidade.
www.000webhost.com